Mulheres que inspiram – Anita Garibaldi

Anita Maria de Jesus Ribeiro (1821-1849) nasceu em Laguna, Santa Catarina, no dia 30 de agosto de 1821. De família portuguesa, veio dos Açores para Santa Catarina. Filha de Maria Antônia de Jesus e Bento da Silva, modesto comerciante da cidade de Lages.

Em 1835, desembarca no Rio de Janeiro, o guerrilheiro italiano Giuseppe Garibaldi. Nesse mesmo ano participa da Revolução Farroupilha (Guerra dos Farrapos), onde conheceu Anita Ribeiro da Silva, que também lutava na revolução. Anita, já unida a Garibaldi, participou ativamente do combate em Imbituba, Santa Catarina e da batalha de Laguna onde carregou e disparou um canhão.

Anita Garibaldi foi a “Heroína dos Dois Mundos”. Recebeu esse título por ter participado no Brasil e na Itália, ao lado de seu marido Giuseppe Garibaldi, de diversas batalhas. Lutou na Revolução Farroupilha (Guerra dos Farrapos), na Batalha dos Curitibanos e na Batalha de Gianicolo, na Itália. Corajosa e dedicada, Anita foi homenageada em Santa Catarina com o nome de dois municípios: Anita Garibaldi e Anitápolis. Anita é inspiração para toda nós mulheres batalhadoras.

 

 

Mulheres que inspiram – JK Rowling

A escritora britânica Joanne Kathleen Rowling nasceu na cidade de Yate, nas proximidades de Bristol, na Inglaterra, em 31 de julho de 1965. Ela se tornaria célebre pela criação do bruxinho Harry Potter, que lhe renderia sete volumes de uma série premiada e aceita quase unanimemente pela crítica e pelo público.

 

Em um período de sete anos, Rowling vivenciou a morte de sua mãe, o nascimento de sua primeira filha, seu divórcio com seu primeiro marido e uma crise financeira pessoal até que, em 1997, finalizou o primeiro dos sete romances da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal e o último, Harry Potter e as Relíquias da Morte, em 2007.

 

Depois do sucesso de Harry Potter, Rowling se reergueu financeiramente e foi da pobreza a uma riqueza multi-milionária em cinco anos. Ela é a autora britânica com o maior número de vendas e foi nomeada como a “Mulher Mais Influente da Grã-Bretanha”. E mais, ela apoia diversas instituições de caridade, tais como a Comic Relief, a One Parent Families, a Multiple Sclerosis Society of Great Britain e a Lumos (criada pela própria).

 

 

Mulheres que Inspiram – Bia Figueiredo

Bia Figueiredo é a nossa inspiração de hoje!
Uma mulher espetacular, apaixonada pelas quadras de tênis e pela adrenalina do jet ski, mas que acabou encontrando nas pistas de corrida sua maior paixão . A primeira brasileira a correr em uma categoria do automobilismo mundial, a Formula Indy, onde inclusive disputou as famosas 500 Milhas de Indianápolis.

Ana Beatriz Caselato Gomes de Figueiredo, treinou na Fórmula Renault e Fórmula 3 na Inglaterra; participou do programa Rookie Drivers, da A1 GP, com a equipe brasileira, na China, convidada por Emerson Fittipaldi.
Em 2008, estreou na Firestone Indy Lights, disputou o titulo até a ultima etapa, onde terminou em terceiro lugar com a equipe Sam Schmidt Motorsports.

Na Indy Lights, venceu no circuito oval de Nashville, em 2008 e outra no circuito oval de Iowa, em 2009 se tornando a única a acumular duas vitórias.No mesmo ano foi agraciada pela organização da Firestone Indy Lights com o Rising Star Award, e em 2009 ganhou o prêmio Most Popular Indy Light Driver, escolhida em votação dos sócios do IndyCar Nation, o fã-clube oficial da Indy, como a mais popular dentre os pilotos da Firestone Indy Lights.

A única mulher a correr no Desafio Internacional das Estrelas, tornou-se a primeira a vencer uma prova do torneio festivo de kart disputado pelos melhores pilotos do Brasil e do exterior. Em 2011, disputou o campeonato da Fórmula Indy com a Ipiranga Dreyer & Reinbold Racing. 

Em 2012, disputa as provas de São Paulo e Indianápolis com a Ipiranga Andretti Autosport.

No ano de 2013, disputou com a Ipiranga Dale Coyne Racing uma temporada parcial na Formula Indy. Além disso ela é a primeira mulher do mundo a vencer na Firestone Indy Lights, a única a vencer na Fórmula Renault e a única a conquistar uma pole position na Fórmula 3.

O que mais falar sobre ela?
Seu currículo diz tudo!

Mulheres que inspiram – Motoristas

Você que é mulher e sabe o valor de trabalhar duro, independente de onde ou do lugar, seja em hospitais, fórum, escritórios, desde as ruas ao serviço de casa. Não importa a profissão que escolheu, você pode ter certeza que é inspiração para alguém. Liberdade é poder escolher com quem e para onde vai, a qualquer horário com qualquer tipo de vestuário e ficar tranquila.

Lady Driver é um aplicativo de transporte feminino, chegou para conectar passageiras a motoristas mulheres. A empresa é precursora no Brasil propondo trazer mais tranquilidade e empatia para as passageiras durante as corridas, e contudo, atender as necessidades do universo feminino, atuando também como ferramenta mediadora da independência financeira da mulher.

A empatia, o companheirismo e a afinidade passada, demonstra que a maioria das passageiras preferem ser atendidas por motoristas do mesmo gênero.  Ser uma motorista Lady Driver é garantir a liberdade e o direito de escolha de todas nós, por isso as mulheres que nos inspiram hoje são nossas Ladies.

Mulheres que Inspiram – Clarice Lispector

Clarice Lispector (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora e jornalista nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira, autora de romances, contos e ensaios, sendo considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX e a maior escritora judia desde Franz Kafka. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, sendo considerada uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano.

Nasceu em uma família judaica da Rússia que perdeu suas rendas com a Guerra Civil Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus que estava sendo pregada então, resultando em diversos extermínios em massa. Clarice chegou ao Brasil , ainda pequena, em 1922, com seus pais e duas irmãs. A escritora dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia – “Naquela terra eu literalmente nunca pisei: fui carregada de colo” – e que sua verdadeira pátria era o Brasil. Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para o Recife, onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdera a mãe. Aos quatorze anos de idade, transfere-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro, onde a família estabilizou-se, e onde o seu pai viria a falecer, em 1940.

Estudou direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, conhecida como Universidade do Brasil, apesar de, na época, ter demonstrado mais interesse pelo meio literário, no qual ingressou precocemente como tradutora, logo se consagrando como escritora, jornalista, contista e ensaísta, tornando-se uma das figuras mais influentes da literatura brasileira e do modernismo e sendo considerada uma das principais influências da nova geração de escritores brasileiros. É incluída pela crítica especializada entre os principais autores brasileiros do século XX.

Suas principais obras marcam cada período de sua carreira. Perto do coração selvagem foi seu livro de estreia; Laços de famíliaA paixão segundo G.H.A hora da estrela e Um sopro de vida são seus últimos livros publicados. Mulher que inspira força no nosso dia a dia.

Lady Driver: O app que conecta passageiras a motoristas mulheres é o único a obter a legalização da prefeitura de São Paulo.

O dia internacional das mulheres de 2017 foi especial para a mobilidade urbana na cidade de São Paulo. Em 8 de março, a Lady Driver foi a primeira startup de transporte feminino a obter o credenciamento da prefeitura, sendo também a única. Atualmente é a 5ª empresa de mobilidade urbana com permissão para atuar na cidade de São Paulo, juntamente com a Uber, Cabify, 99 e Easy.

A startup Lady Driver é um aplicativo de transporte feminino, que conecta passageiras a motoristas mulheres. A empresa é precursora no Brasil propondo trazer mais tranquilidade e empatia para as passageiras durante as corridas, e contudo, atender as necessidades do universo feminino, atuando também como ferramenta mediadora da independência financeira da mulher.

Segundo pesquisas, a empatia, o companheirismo e a afinidade passada, demonstra que a maioria das passageiras preferem ser atendidas por motoristas do mesmo gênero. Os benefícios do aplicativo sobre economia e emprego, segundo a empreendedora, 20% das motoristas são mulheres que nunca haviam trabalhado para outros aplicativos por questão de insegurança: “ A mulher tem no seu instinto o cuidado, ela sente mais confiança ao estar na presença de outra mulher, vamos provar que as mulheres se ajudam e são melhores motoristas”, diz a idealizadora.

Com a liberação da prefeitura, o aplicativo Lady Driver está com o lançamento confirmado para o dia 23/03, inicialmente na cidade de São Paulo, nas versões Android e IOS.

Parceria Lady Driver e Feminaria

A Rede Feminaria é uma associação multidisciplinar de fomento e suporte ao empreendedorismo feminino. Oferecendo consultoria multiprofissional por meio de uma abordagem empática e colaborativista, tanto para o setor de serviços quanto o de produtos.

Conheça os planos de associação da Feminaria, você pode ser:
Associada Engajada, Associada Envolvida ou Associada Super Envolvida
E participar das atividades da rede, além de ficar por dentro dos acontecimentos, você vai poder usufruir da Casa em eventos de networking, plantões profissionais gratuitos em várias áreas, associação profissional feminina, workshops e palestras, assessoria e consultoria para micro, pequena e média empreendedora por meio de parcerias e prestação de serviços exclusivos para associadas e muito mais!

Saiba mais vendo o vídeo da Ana Carolina Moreira, fundadora e administradora da Rede Feminaria: https://www.facebook.com/appladydriver/videos/1695650280733422/

Gostou? Acesse o site da Feminaria e se associe: www.feminaria.com.br

 

 

 

 

Mulheres que inspiram – Oprah Gail Winfrey 

Oprah Gail Winfrey (Kosciusko, 29 de janeiro de 1954) é uma apresentadora de televisão, atriz e empresária norte-americana, vencedora de múltiplos prêmios Emmy por seu programa The Oprah Winfrey Show, o talk-show com maior audiência da história da televisão norte-americana.

Aos seis, uma mudança radical transformaria sua vida para sempre: foi morar na casa em que a mãe trabalhava em Milwaukee, onde dos nove aos 13 anos foi abusada sexualmente pelos patrões e visitantes da casa. Com 14 anos, Oprah tentou escapar do inferno, mas acabou ficando sem teto e sem ninguém. Ainda adolescente engravidou, mas seu filho morreu pouco depois. Oprah então se mudou para a casa do pai em Nashville, Tenesse. Lá vivia em um ambiente seguro e saudável, mas tinha que obedecer a rigorosas disciplinas: deveria se esforçar para ser a melhor de todas. Tornou-se então uma aluna brilhante, ganhando prêmios de oratória e recitação dramática. Aos 17, ganhou um concurso de beleza que lhe renderia também um trabalho em uma estação de rádio.

O ano de 1985 ficaria marcado para sempre: seu programa receberia o seu nome – “The Oprah Winfrey Show” – e o público se renderia às lágrimas pela sua incrível atuação em “A Cor Púrpura”, filme dirigido por Steven Spielberg. Seu desempenho lhe rendeu uma indicação ao Oscar e um Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante. Um ano depois, sua atuação em “Herança de Sangue” seria novamente bem-sucedida. Ao mesmo tempo, cativava cada vez mais os telespectadores de seu programa, que logo passou a ser transmitido em rede nacional.

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Oprah foi eleita a mulher mais rica do ramo de entretenimento no mundo durante o século XX, uma das maiores filantropas de todos os tempos e a primeira mulher negra a ser incluída na lista de bilionários, em 2003. Em 2010, é a única mulher a permanecer no topo da lista por quatro anos, além de ser reconhecidamente uma ativista contra o abuso sexual, ela é uma mulher que nos inspira a lutar e sermos melhores pessoas a cada dia.

 

Mulheres que inspiram – Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani

Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani, (Taubaté, 8 de março de 1929 — São Paulo, 29 de setembro de 2012), mais conhecida como Hebe Camargo, foi uma apresentadora de televisão, cantora e atriz brasileira, tida como a “rainha da televisão brasileira”.

Amada por todos, Hebe tem sua história confundida com a da própria televisão brasileira. Ela ajudou o grupo que foi ao porto da cidade de Santos pegar os equipamentos para dar início a primeira rede de televisão brasileira, a Rede Tupi. Foi convidada por Assis Chateaubriand para participar da primeira transmissão ao vivo da televisão brasileira, no bairro do Sumaré, na cidade de São Paulo, em 1950.

Em 1955, Hebe iniciou o primeiro programa feminino da TV brasileira, O Mundo é das Mulheres dirigido por Walter Forster, onde chegou a apresentar cinco programas por semana. Em 1957, Hebe, originalmente com os cabelos escuros passou a se apresentar com os cabelos tingidos de louro, os quais tornaram-se uma de suas marcas registradas. Morreu no dia 29 de setembro de 2012, aos 83 anos, por conta de uma parada cardíaca em São Paulo. E além de querida é inspiração para muitas de nós mulheres.

 

 

 

Mulheres que inspiram – Angelina Jolie Voight

Angelina Jolie (nascida Angelina Jolie Voight, Los Angeles, 4 de junho de 1975) é uma atriz, cineasta e ativista humanitária americana. Vencedora de um Oscar (2000), dois Prêmios Screen Actors Guild (1998 e 1999), e três Prêmios Globo de Ouro (1997, 1998 e 1999) e constantemente citada como a mais bem paga atriz de Hollywood.

Angelina é o exemplo de como a beleza pode ser superada pela competência. Linda como sempre, a atriz é mais do que consagrada como uma das principais de sua geração. Mas ela já afirmou mais de uma vez que a carreira não é seu papel principal, mãe de seis filhos (Zahara, Madoxx, Pax Tien, adotados; e Shiloh, Knox e Vivienne, naturais), resultado do casamento com o ator Brad Pitt, ela se desdobra para garantir toda a atenção do mundo à família.

Como se fosse pouco, Angelina ainda arranja tempo para partir em missões humanitárias como embaixadora da Boa Vontade da ONU. Onde é conhecida por seus esforços humanitários, pelos quais ela recebeu um Prêmio Humanitário Jean Hersholt e o título honorário de dama da Ordem de São Miguel e São Jorge (DCMG), entre outras honrarias. Ela promove várias causas, incluindo a conservação ambiental, educação e direitos das mulheres, e é mais conhecida por sua defesa em favor dos refugiados tendo sido nomeada Enviada Especial para o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Sendo inspiração para nós mulheres.